11 de out de 2009

Dicas para ser um político...

Bom, eis aí as dicas para se tornar um político:

1 – Use sempre a sua melhor roupa.

Não adianta você se candidatar a algo, se você se mostra com roupas imundas, porcas, em que você parece que saiu da boca do boi. Sempre vista algo agradável, aos olhos do seu eleitorado.

2 – Fale errado.

O povo brasileiro é conhecido por sua compaixão, e quando eles vêem um político que fala um pouco errado, eles sentem pena de você, e acabam colocando você lá.

3 – Prometa, mas não cumpra.

Isso é clássico dos políticos! Prometer mundos e fundos, e na hora, dar pra trás,e não cumprir nada daquilo que foi dito. E o pior… O povo ainda coloca você lá, de novo.

4 – Apareça só na época de campanha.

Esqueça esse lance de ficar 4 anos, fazendo projetos sociais, ajudando aos outros, entre outras coisas.

Na hora que você for pra urna, o povo não vai se lembrar disso. Bom… Alguns vão se aproveitar da sua boa vontade, e pedir umas caixas de cerveja, uma carne pro churrasco, e de repente, se você for esperto, pode até aparecer por lá, e prometer mais um monte de coisas de que não vai se lembrar de cumprir.

Por último, mas não menos importante:

5 – Meta a mão!

Político não é político, se não meter a mão. Mostre ao povo como você foi malandro, ao se eleger, e depois prejudicar a todos.

Em suma, caro leitor, se você quer ser um político, nunca faça isso, por que de políticos assim, o Brasil tá cheio, e infelizmente, o povo não reconhece a força que tem, pra tirar esses caras de lá.

8 de out de 2009

Política ou Politicagem: O trio: Lula, Sarney e Collor

De Eliane Cantanhêde na Folha Online

Lula, que detestava Collor, que odiava Sarney, que apanhou feito condenado de Lula e Collor. Candidato, Collor foi implacável, até cruel, contra o então presidente Sarney. Na oposição, Sarney aguardou a primeira esquina para tirar a revanche e foi o primeiro líder nacional a apoiar explicitamente o impeachment do já presidente Collor, seu algoz. Mas isso é coisa do passado...

Hoje, Lula e Collor viajam juntos e tramam juntos em palácio para salvar José Sarney no cargo de presidente do Senado. Quem se odiava agora se ama. Inimigos viraram íntimos amigos. Um trio de ouro. Ou de armas.

Nada, evidentemente, é por acaso. Lula precisa de Collor para aniquilar a CPI da Petrobras, já que a bancada do PT, manipulada e fragilizada pelo Planalto, não está dando para o gasto. E Lula precisa também de Sarney para garantir algum controle sobre o Senado e manter o PMDB fiel, a qualquer custo, à candidatura Dilma em 2010.

Sarney agarrou-se a Lula e a Collor por motivos óbvios: de "firmíssimo" (como disse na volta do recesso), ele não tem nada. Fragilíssimo, precisa de Lula como do ar para viver e precisa de Collor para a tropa de choque do plenário contra a oposição (oposição a ele, não apenas ao governo).

E Collor? Ele ressurge vigoroso, com um discurso inflamado, no mesmo estilo "bateu, levou" e aproveitando bem esse trampolim, que é a crise. Crise é o seu ambiente, ele sabe como é. Quanto mais crise, melhor para Collor. É o meio de voltar à luz, ao debate, ao palco nacional. Pelas mãos de Lula e Sarney, quem diria?

Na guerra que o país assiste ao vivo e em cores no plenário do Senado (nos bastidores, nem tudo o que parece é...), temos a tropa de choque de Sarney de um lado, com Collor, Renan Calheiros e Wellington Salgado, aquele neo-político da cabeleira. Do outro, Pedro Simon, Jarbas Vasconcelos, Cristovam Buarque na ofensiva pela renúncia. No meio, pedindo inutilmente bom senso, Sérgio Guerra. E, como alvo direto dos sarneysistas, Arthur Virgílio, com contas a pagar (ou já pagas, como diz) com Agaciel Maia.

A situação está no seguinte pé: o Senado é uma terra de ninguém, uma terra arrasada, onde nada que se plante dá. O Planalto monitorando a situação, com Lula agora agindo mais do que falando. A oposição, como sempre, mais perdida do que barata tonta.

E, enquanto isso, fica uma pergunta no ar: por que raios Lula se esgoela tanto contra a CPI da Petrobras, se quer tirar dela 80% da rentabilidade do pré-sal? Eu, hein! Fica parecendo que a defesa ferrenha não é exatamente da Petrobras. É do seu governo e da candidatura Dilma. Ou seja: dele mesmo, Lula. O presidente se jogou no centro da fogueira.

Frases de Sarney...



"A crise do Senado não é minha. A crise é do Senado. É essa instituição que nós devemos preservar. Ninguém tem mais interesse nisso do que eu, aceitei ser presidente da Casa."



Sobre as acusações:


"É injustiça do país julgar um homem como eu, de postura austera, família bem composta, que nunca aqui encontrou de minha parte sempre se não um gesto de cordialidade. Nunca neguei um voto, a não ser no sentido de avançarmos."


"As acusações que me foram feitas nas diversas representações apresentadas ao Conselho de Ética, nenhuma coisa está relacionada com dinheiro ou prática de atos ilícitos ou desvios de dinheiro público."


"O conselho não pode abrir processo por recorte de jornal. Na coerência do meu passado, não tenho cometido nenhum ato que desabone a minha vida", afirmou.


"Avaliei que as críticas que me fizeram eram só rescaldos da eleição, mas eram mais profundas. Faziam parte de um projeto político e de uma campanha para [me] desestabilizar."


"Na coerência do meu passado, não tenho cometido nenhum ato que desabone a minha vida. Não tenho senão que resistir, foi a única alternativa que me deram."


"Todos nós somos responsáveis. Nós aprovamos aqui os atos da Mesa. O Senado no seu conjunto aprovou os atos. Temos que corrigir o que está errado. Vou levar em frente, doa a quem doer."



Sobre os atos secretos:


"Eu só conheço um ato secreto durante o tempo do presidente Médici, que declarou haver decreto secreto. Eu não sei o que é ato secreto. A comissão vai verificar a irregularidade da não-entrada em rede de atos da administração"


"'Ninguém nesta Casa sabia ou podia pensar que existiam atos secretos."


"Não dizem o que fiz de errado, porque que eu devo merecer punição?"



Sobre a divulgação de conversas interceptadas pela Polícia Federal na Operação Boi Barrica:


"Ninguém pode gravar alguém, pegar a conversa interlocutória e divulgá-la com o sigilo de Justiça, ainda mais com um senador da República, que tem foro privilegiado pelo STF [Supremo Tribunal Federal]."



Sobre a denúncia de ter favorecido seu neto:


"Em nenhum momento da minha vida faltei ou faltarei com o decoro parlamentar. Cidadão de vida ilibada, de hábitos simples, ter falta de decoro? Nunca poderiam me acusar de coisa dessa natureza. Não favoreci neto meu. Sou vítima de uma campanha sistemática e agressiva."



Pedido final aos senadores:


"Minha força não é desejo de poder. Esse cargo não me acrescenta nada, senão auguras e decepções. Mas há a certeza de que nada fiz de errado, de que as senhoras e os senhores senadores são justos. Nós nos conhecemos uns aos outros, vão me ajudar a reconstruir a paz no Senado."



Tô cansado de ser enganado!!!!!

7 de out de 2009

Charge do dia...

Caças da discórdia...




BRASÍLIA - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, afirmou, durante a 3ª Cúpula Brasil-União Europeia, em Estocolmo, que apenas a França apresentou uma oferta oficial para a venda de caças ao país. A informação é da Folha de S.Paulo.
- Recebi uma carta do primeiro-ministro da Suécia, Fredrik Reinfeldt, em Pittsburgh, na cúpula do G20. Oficialmente, eu não conheço a proposta - afirmou o presidente.
- A única proposta que eu recebi textualmente foi a de Sarkozy (presidente da França), em visita ao Brasil - acrescentou.
Segundo a Folha, a questão foi tratada entre Lula e Reinfeldt apenas em uma breve conversa particular, quando Lula disse que ainda não tomou a decisão. O chanceler sueco, Carl Bildt, e o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, também falaram sobre o assunto.
- Vi na televisão piratas sequestrando um navio pelo lado da Somália. Daqui a pouco aparece um pirata para pegar o nosso pré-sal, então nós temos que nos cuidar - brincou Lula, justificando a compra dos aviões.
Na segunda-feira, o governo brasileiro afirmou que está mais inclinado à empresa francesa Dassault do que à sueca Saab e à americana Boeing na disputa por um contrato para a compra de aviões de combate, devido à oferta de transferência irrestrita de tecnologia.
Durante uma visita a Buenos Aires, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, explicou o apoio do governo brasileiro ao caça francês Rafale, da Dassault, no contrato para o fornecimento de 36 aeronaves. O Rafale compete com o Gripen NG da Saab e o F-18 Super Hornet da Boeing.
Fonte: JB online


Por que tantos países estão interessados em vender esses caças para o Brasil?? Estados Unidos, França e Suécia estão na briga para ver quem tem o "direito" de vender esses caças para o nosso país?? Será que nossa EMBRAER não tem tecnologia suficiente para produzir caças que possam proteger nosso país???


Respondendo: A principal demanda do Brasil para escolher o vencedor entre os três finalistas desse pleito está na possibilidade de transferência de tecnologia e na chance de empresas brasileiras poderem fabricar as novas aeronaves e as exportar. Ou seja, nós teremos que comprar estes caças para que possamos ter acesso à tecnologia de fabricação do país "vencedor" e com isso podermos fabricar esses caças em nosso país. A empresa vencedora trocaria informações tecnológicas com a Embraer (uma das líderes na produção de jatos executivos).


Será que isso é válido???


6 de out de 2009

Charge do dia...YES, nós temos as Olimpíadas...


E agora, o que fazemos??? Quem vai auditar as contas??? Por exemplo, o Pan do Brasil foi orçado em 400 milhões e saiu por 4 bilhões, a Olimpíada de 2016 vai custar cerca de R$ 25,9 bilhões, com os gastos divididos entre os governos federal, estadual e municipal e a iniciativa privada. Quem vai auditar, quem vai auditar meu Deus???


O que nós, meros "peões" deste nosso país, podemos fazer??? Só nos resta fiscalizar!!!!

Mas, para não dizer que eu só "bato", vou assoprar um pouco. As Olimpíadas trarão para o nosso país investimentos, nacionais e internacionais, e geração de empregos. Além disso, teremos que fazer uma renovação em nossa infraestrutura (ou melhor, "revolução") de transportes, saneamento básico, portuária e ainda, melhorar a SEGURANÇA...E tudo isso ficará de "herança" para nós após as olimpíadas, Desde que haja um planejamento e que esse planejamento seja feito por pessoas capazes e experientes que visem somente a melhoria e não o bolso.

Se Deus quiser tudo vai dar certo e o país sairá ainda mais fortalecido e consolidado na economia mundial!!!


Viva ao Rio 2016!!!!