7 de out de 2009

Caças da discórdia...




BRASÍLIA - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, afirmou, durante a 3ª Cúpula Brasil-União Europeia, em Estocolmo, que apenas a França apresentou uma oferta oficial para a venda de caças ao país. A informação é da Folha de S.Paulo.
- Recebi uma carta do primeiro-ministro da Suécia, Fredrik Reinfeldt, em Pittsburgh, na cúpula do G20. Oficialmente, eu não conheço a proposta - afirmou o presidente.
- A única proposta que eu recebi textualmente foi a de Sarkozy (presidente da França), em visita ao Brasil - acrescentou.
Segundo a Folha, a questão foi tratada entre Lula e Reinfeldt apenas em uma breve conversa particular, quando Lula disse que ainda não tomou a decisão. O chanceler sueco, Carl Bildt, e o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, também falaram sobre o assunto.
- Vi na televisão piratas sequestrando um navio pelo lado da Somália. Daqui a pouco aparece um pirata para pegar o nosso pré-sal, então nós temos que nos cuidar - brincou Lula, justificando a compra dos aviões.
Na segunda-feira, o governo brasileiro afirmou que está mais inclinado à empresa francesa Dassault do que à sueca Saab e à americana Boeing na disputa por um contrato para a compra de aviões de combate, devido à oferta de transferência irrestrita de tecnologia.
Durante uma visita a Buenos Aires, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, explicou o apoio do governo brasileiro ao caça francês Rafale, da Dassault, no contrato para o fornecimento de 36 aeronaves. O Rafale compete com o Gripen NG da Saab e o F-18 Super Hornet da Boeing.
Fonte: JB online


Por que tantos países estão interessados em vender esses caças para o Brasil?? Estados Unidos, França e Suécia estão na briga para ver quem tem o "direito" de vender esses caças para o nosso país?? Será que nossa EMBRAER não tem tecnologia suficiente para produzir caças que possam proteger nosso país???


Respondendo: A principal demanda do Brasil para escolher o vencedor entre os três finalistas desse pleito está na possibilidade de transferência de tecnologia e na chance de empresas brasileiras poderem fabricar as novas aeronaves e as exportar. Ou seja, nós teremos que comprar estes caças para que possamos ter acesso à tecnologia de fabricação do país "vencedor" e com isso podermos fabricar esses caças em nosso país. A empresa vencedora trocaria informações tecnológicas com a Embraer (uma das líderes na produção de jatos executivos).


Será que isso é válido???


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